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A verdade versus o mito

A Verdade Versus O Mito

 

A unidade! Somos um?!
A unidade do homem vs a unidade do Espirito: 

Gênesis 11:1, 4:1 – “Ora, em toda a terra havia apenas uma linguagem e uma só maneira de falar.” Vs. 4, disseram: “Vinde, edifiquemos para nós uma cidade e uma torre cujo tope chegue até aos céus e tornemos célebre o nosso nome, para que não sejamos espalhados por toda a terra. 

Efésios: 4:3-13

3: “esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vínculo da paz;”. 13: “Até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, à perfeita varonilidade, à medida da estatura da plenitude de Cristo,”.


Na primeira vez que a unidade foi mencionada na Bíblia, o seu emprego foi associado com a rebelião do homem em Babel. Naquela ocasião Ninrode era o grande líder da humanidade, a linguagem era uma e havia apenas uma maneira de falar.

 

Neste ambiente os homens construíram uma cidade, com uma grande torre, a fim de alcançarem o céu, sendo tudo feito aparentemente em harmonia e unanimidade, porém, sem Deus.


A verdadeira unidade estava na relação do homem com Deus.


O homem sob a direção de Deus deveria espalhar-se, multiplicando e enchendo a terra. No entanto a queda do homem produziu o oposto: concentração em torno de uma cidade (Gn 4:17), cujo nome foi dado ao filho de Caim, numa clara alusão ao estabelecimento de um governo humano. Em Babel porém este princípio foi aperfeiçoado.

Havia uma liderança, uma cidade e uma torre. Tudo era para exaltar o nome de um homem. Este conjunto formava um sistema único, e que, segundo o próprio Deus, nada poderia deter.

Então foi necessário a intervenção divina, para que aquela falsa unidade fosse quebrada (Gn 11:5-9).
Quando a religião do homem se estabelece costuma-se dizer: “esta unidade nada nem ninguém poderá dividir!”. Na verdade é a pura expressão do ego coletivo, porque a única unidade que não pode quebrar-se é o próprio Deus mesmo.

“Acaso Cristo está dividido? ...” (1Co 1:13) 

Em 1Co 1, Paulo é contra a divisão, por causa da preferência dos irmãos por algum dos ensinamentos, que provém dos apóstolos (Paulo, Pedro e Apolo). Porém em 1Co 10:18-19 ele a apoia, por causa da necessidade de que os aprovados sejam manifestados, em especial por que alguns, provavelmente, não toleram participar da idolatria e da mesa dos demônios (1Co 10:14-22).

 

Em Lucas 12:49-53 o Senhor Jesus diz que veio trazer divisão até dentro da mesma casa.

 

Em 2Co 6:16-18 o Ap Paulo diz que os crentes devem separar-se dos incrédulos ou dos que adoram ídolos.


Enfim podemos ver que a verdadeira unidade é a da fé e a do Espírito, que provém do Nome, da Palavra e da Glória do Pai (Jo 17:11, 20-21, 22-23).

 

Devemos rejeitar a unidade exterior, que é promovida pelos sistemas religiosos, e que tem a sua base no seu líder espiritual, na sua organização de apoio e no seu centro espiritual físico (Ninrode, a cidade e a torre).
Não fique preso a uma falsa unidade, que tem a sua origem e sustentação no sistema implantado por Caim, ao fundar uma cidade para seu filho, e que foi desenvolvido por Ninrode, em Babel.


Volte-se ao que é: “Ora, o Senhor é o Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade!” (2Co 3:17)


"Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai.


... Mas, vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque estes são os que o Pai procura para seus adoradores.

 

Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade." (Jo 4:21, 23-24)

 

Não ao mito! Sim à verdade do evangelho!